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  • Tia Tania

Os desafios do jovem Walt Disney no início da carreira

No início da sua carreira, Walt Disney com o irmão Roy e o amigo Ub Iwerks, criou o estúdio "Laugh-O-Gram", que animava contos que eram exibidos no cinema local como traillers.



Mudaram-se para Hollywood e Walt contactou uma distribuidora oferecendo os filmes de seu estúdio de animação. A oferta foi aceita e o estúdio recebia 1.500 dólares por filme. Isso deu folego e sonhos a Walt... Criou Alice, uma menina “real” que convivia com personagens de cenário animado. Criou também Oswald o coelho, outro sucesso. Em uma viagem a NYC, Walt foi surpreendido pela notícia de que a empresa para quem desenhou Alice e Oswald, roubou-lhe as personagens e a equipe de desenhistas... Walt ficou sem trabalho, sem equipe e cheio de dívidas....


Seria esse o fim? Walt enviou então um telegrama ao irmão dizendo que tudo estava certo e para não se preocupar, pois ele já tinha em mente um personagem espetacular: Mickey Mouse! Como ele mesmo diria: “Why worry? If you’ve done the very best you can, worrying won’t make it any better.”

Entre as biografias e documentários sobre o Walt Disney, há em algumas a sugestão de que ele era extrovertido, apegado à família, de poucos amigos íntimos, mas extremamente preocupado em ser acessível aos funcionários e em proporcionar boas e agradáveis experiencias inclusive no ambiente de trabalho. Fazia questão de ser chamado simplesmente de Walt por todos, e apesar de ser econômico nos elogios ouvia a cada um com igual atenção. Com certeza por isso tenha se decepcionado tanto quando os seus funcionários reivindicaram equiparação salarial com os animadores e até entraram em greve...


Mas a cada problema (ou fracasso, como foi com os prejuízos ou lucros menores do que o esperado em filmes como FANTASIA, PINOCCHIO e BAMBI), ressurgia com ideias e projetos ainda mais inspiradores. “When you believe in a thing, believe in it all the way, implicitly and unquestionable.” Quando idealizou a Disneyland ele o fez perseguindo o ideal de que fosse “The happiest place in the World”. Queria que ao contrário dos parques da época, pais e filhos se divertissem juntos em um mundo mágico, de passado, presente e futuro misturados, com sensações que remetessem a infância, afinal “Disneyland isn’t designed just for children. When does a person stop being a child? Can you say that a child is ever entirely eliminated from an adult? I believe that the right kind of entertainment can appeal to all persons, young or old. I want Disneyland to be a place where parents can bring their children or come by themselves and still have a good time” ...

E assim ao entrar nesse mundo, somos transportados para esse lugar onde todos indiscriminadamente se divertem, são surpreendidos, voltam a infância... Apesar de Walt não estar fisicamente entre nós sua filosofia continua, e os cuidados com os funcionários se estendem aos “convidados de honra”. TODOS tem que desfrutar igualmente de toda a magia e encantamento que os parques DISNEY disponibilizam. Por isso, questões de acessibilidade são amplamente atendidas para os que tem necessidades especiais: quartos adaptados no Resort, Fast Pass mesmo na fila usando a sua Magic Band, refeições especiais para quem tem restrição alimentar... Água sempre disponível em qualquer ponto dos parques, unidades de Primeiros Socorros equipadas e com profissionais atenciosos...Infelizmente e também por esse cuidado, hoje estamos vendo o lugar mais feliz do mundo sem o som dos risos, sem a alegria esfuziante das crianças, sem o cheiro de fudge caramel, sem o abraço do Mickey Mouse ou o autografo da Cinderella. Mas isso faz parte do respeito que a Disney tem com o seu público. Tenho certeza de que o Walt está orgulhoso de nós. Tanto faz se somos funcionário ou público. Tanto faz se já visitamos várias vezes ou se a primeira viagem dos sonhos terá que ser adiada. Tanto faz... O que realmente importa é que vamos passar por isso! Vamos passar e teremos o nosso HAPPILY EVER AFTER!!! Não foi isso que o Walt nos ensinou? Não existe nada que possamos sonhar que não possamos realizar, mas o adiamento faz parte da estratégia e a nossa próxima viagem, independentemente do destino, será ainda mais inspiradora! Afinal “Laughter is timeless, imagination has no age, dreams are forever”, e o Mickey estará sempre à espera da TIA TANIA! Por Renata Freire, viajante Tia Tania.

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